Todos merecem vestir a sua melhor versão, com autoestima, beleza, conforto e elegância, independente das medidas.
FVcomunica!
Ao contrário do que muitos podem pensar, a modelagem plus size vai além do tamanho GG. Quando falamos em moda e tendências, não são criadas diferentes vertentes pensando em um único corpo, uma maneira singular em manifestar a sua beleza e personalidade.
O conceito que apenas um tipo limitado de manequim é o considerado “ideal” não mais se sustenta, e não é de hoje. O que as pessoas mais querem é se sentir representadas, inspiradas, belas e confiantes em seus próprios corpos. Exemplo supremo dessa ruptura com os “padrões” absurdos impostos foi o desfile da Savage x Fenty, marca de lingerie da cantora Rihanna, na NY Fashion Week de 2019. Com modelos magras, gordas, transexuais, carecas, pretas e brancas, o show foi uma verdadeira homenagem ao empoderamento e à diversidade, mostrando que sim, é possível produzir roupas – neste caso sensuais – para todos os tipos de corpos.

O frenesi foi tanto que, após duras críticas do público por não incluir modelos plus size no seu Fashion Show, a Victoria's Secret cancelou seu badaladíssimo desfile – que acontecia anualmente desde 1995, com grandes nomes do show business. A incapacidade em abraçar a diversidade abalou uma das grifes mais importantes na moda íntima feminina, e isso já diz muito sobre o cenário atual, não apenas da moda, mas da sociedade.
“A moda é muito eficiente e plural em diversos segmentos, mas nem sempre é acessível para quem usa tamanhos maiores. Hoje, a representatividade se faz extremamente necessária, pois a condição fora dos padrões socialmente impostos não deve ser motivo para que as pessoas se sintam apagadas em seus meios por não terem o que vestir. Por isso é tão importante reconhecer e estar próximo de quem garante essa inclusão”, opina a publicitária e influencer plus size, Géssica Leonardo.

Já há algum tempo a Diani Modas investe na linha plus size, justamente por saber a diversidade limitada que esse mercado alcança em cidades interioranas. Agora, a loja amplia as marcas com as quais trabalha, oferecendo mais opções em todos os tamanhos.
“Ser mulher é revolucionário. Ser mulher, gorda e de corpo livre é fundamental para que as marcas percebam o poder que existe por trás do amor próprio e da autoestima, em vez de venderem a necessidade de encaixe em formatos até mesmo inalcançáveis”, afirma Géssica e completa: “Sejamos livres e felizes, acima de tudo!”