Conheça a GoldIncision, técnica premiada na Europa, que elimina de vez as celulites, através de um protocolo de técnicas minimamente invasivas que combinam bioestimulação e descolamento subcutâneo para tratar um a um os furinhos na pele, de dentro para fo
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Chega ao Oeste de Santa Catarina, a GoldIncision, um tratamento extremamente eficaz para combater a celulite. A técnica foi reconhecida como o Melhor Tratamento Corporal Não Cirúrgico do Mundo em premiação realizada durante o Congresso Mundial de Medicina Estética e Anti-idade em Mônaco, na França. Em Chapecó, é realizada pelo médico Paulo Ferreira, especialista em Procedimentos Minimamente Invasivos, licenciado pela GoldIncision. "O procedimento combina bioestimulação de colágeno e descolamento do septo fibroso para a recuperação das depressões na pele.
É realizado sem internação, com anestesia local, paciente em pé e tem um tempo reduzido de recuperação", afirma Paulo. Os bioestimuladores são responsáveis por estimular o corpo para que ele produza o colágeno – fibra responsável pela firmeza e tonicidade da pele. "Ele causa uma leve reação inflamatória, que estimula os fibroblastos a produzirem novas fibras colágenas, facilitando a circulação, contribuindo para nutrição celular e qualidade da pele, além de prevenir o retorno da celulite tratada. Essa ação faz com que a pele fique mais firme, hidratada e brilhosa, além de auxiliar na flacidez", explica Paulo, destacando a recuperação tranquila. "Após o procedimento, a paciente sai do consultório com um curativo e com uma bermuda compressiva, além de produtos e orientações para potencializar os resultados posteriores.
É necessário evitar esforço físico por sete dias, mas exceto isso, a paciente pode voltar à sua rotina no mesmo dia". Além da solução para as celulites, a GoldIncision também pode atuar na reparação de cicatrizes, cortando o septo e soltando a pele.
ENTENDA OS GRAUS DE CELULITE: A celulite é uma condição que afeta a aparência da pele, resultando em depressões e ondulações, principalmente nas áreas das coxas, quadris, nádegas e abdômen. Embora seja, na maioria das vezes, uma preocupação estética, a celulite não está diretamente relacionada com o peso corporal. Até mesmo as pessoas mais magras podem enfrentar esse problema
Grau 1: Em seu primeiro estágio, a celulite só pode ser observada através do tato.
Grau 2: O acúmulo de gordura na região dificulta a circulação sanguínea e a diluição dessa mesma gordura, o que favorece o aumento da tensão, caracterizado por depressões visíveis.
Grau 3: A tensão provocada nas fibras forma uma cicatrização interna chamada de fibrose. A redução gradual da produção de colágeno favorece o enrijecimento das fibroses.
Grau 4: O aumento da tensão nas fibroses leva à inflamação, formação de nódulos e dor.
De acordo com Paulo, a celulite ocorre devido a uma combinação de fatores, tais como o acúmulo de gordura subcutânea; fatores genéticos; alterações hormonais, especialmente durante a gravidez e a menopausa; má circulação sanguínea, que pode contribuir para o acúmulo de líquidos nas áreas afetadas; e estilo de vida sedentário. "Existem os graus da celulite e ela está relacionada ao hormônio estrogênio, portanto é mais recorrente nas mulheres. Com isso, a retenção de líquido favorece a formação de fibrose (alinhamento das fibras que unem o músculo e a pele), que vai ocasionar ou potencializar a celulite. As marcas causam desconforto estético e, quando não tratadas, podem evoluir para nódulos, rigidez local e dor", informa o médico. Há também a possibilidade da celulite se aprofundar e agravar a ponto de tornar-se permanente. "O depósito de gordura causa a distensão da pele, enquanto as fibras que unem a pele ao músculo tensionam o tecido. Essa oposição de forças causa a depressão característica da celulite. Nestes casos mais avançados, ela deixa de ser um problema estético apenas, e passa a ser uma questão que vai afetar o bem-estar da pessoa, impactando não somente a sua autoestima e vida social – fazendo com que ela tenha vergonha de usar certas roupas e ir à praia, por exemplo, ou até mesmo atrapalhando sua vida sexual –, mas também trazendo desconforto à paciente", afirma.