Bebeu demais no carnaval? Confira dicas para evitar e curar os sintomas após a bebedeira
Fernando Bortoluzzi
“Dor de cabeça, enjoo e vontade de morrer”.
“Tu tá de ressaca”.
Este icônico diálogo do filme Bacurau (Kleber Mendonça Filho, 2019) retrata muito bem o começo de semana de inúmeras pessoas que aproveitaram muito bem a folia dos primeiros dias de carnaval. Se você não é uma delas e ainda está aproveitando a festa, salve esta matéria para depois, você pode precisar posteriormente. Nem tudo o que é bom vem de graça (quase nada, na verdade), e a bebedeira da maior festa brasileira pode custar bem caro, tanto à saúde quanto ao bolso. Mas será que é possível curtir legal o carnaval sem passar o dia seguinte sem conseguir sair da cama?
Sim, é possível. Mas para isso você deve ter em mente que a sua preocupação inicial deve ser evitar a ressaca no dia seguinte. Para isso, você deve preparar bem o terreno antes de regá-lo com quantidades consideráveis de álcool. Se você já leva um estilo de vida saudável, tem por hábito praticar exercícios físicos e está sempre bem hidratado, pontos para você. Seu metabolismo funcionará melhor e garantirá a você uma maior resistência na hora de processar o álcool em seu organismo. Mas algumas atitudes antes de se jogar na farra podem ajudar a reduzir o prejuízo:
Se as dicas anteriores não funcionaram ou você as deliberadamente ignorou, chega o momento de lidar com o estrago. Sintomas como dor de cabeça, tontura, enjoo, fraqueza e boca seca são muito comuns após o consumo excessivo de álcool – quando não chegam a um estado extremo. Entretanto, se o que você estiver experimentando é uma ressaca corriqueira, as simples dicas abaixo podem auxiliar a curá-la de forma rápida.
Se nenhuma das dicas anteriores realmente ajudou com os sintomas, talvez esteja na hora de tentar alguma medicação (mas lembre-se de buscar a indicação de um profissional da saúde). Tomar um desintoxicante para reparar o fígado e um antiácido para aliviar a indisposição estomacal já são passos para conseguir comer e se hidratar para retomar o ritmo saudável no organismo. Se mesmo assim os sintomas persistirem com força, já é hora de dar uma passada no médico.