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Carnaval da Prevenção

carnaval

Gapa e Secretaria de Saúde orientam foliões.

Há quem conte os dias para a chegada do feriadão de Carnaval. O que para alguns representa quatro dias consecutivos de muita festa, para outros pode acarretar em consequências graves. Por isso, o Grupo de Apoio de Prevenção à AIDS (Gapa) organizou, em parceria com a Secretaria de Saúde de Chapecó, uma série de estratégias voltadas à prevenção durante o Carnaval 2017, com o objetivo de alertar as pessoas e passar dicas de cuidados durante a folia.

A Campanha de Carnaval de 2017 é direcionada preferencialmente ao público jovem, sem negligenciar outras populações vulneráveis, dando maior visibilidade às questões da prevenção às DST, HIV/AIDS, reforçar a importância do teste e orientar às pessoas a procurar os serviços de saúde em caso de relações sexuais sem preservativo.

Programação

A programação aconteceu durante todo o mês de fevereiro, promovendo encontros com profissionais do sexo, universitários e idosos, para orientações e dicas de prevenção, finalizando com a Blitz da Prevenção, que ocorrerá no sábado (25), com panfletagem nas sinaleiras dos principais acessos de entrada e saída de Chapecó.

Para prevenir a gravidez indesejada e evitar a transmissão de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), como a Aids, o Governo Federal vai distribuir 77,1 milhões de preservativos em todos os estados.

Para prevenir a gravidez indesejada e evitar a transmissão de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), como a Aids, o Governo Federal vai distribuir 77,1 milhões de preservativos em todos os estados.

Hospital Dia

O Gapa alerta para a importância em tomar cuidados básicos, como não ter relações sexuais sem uso de preservativo. Apenas em Chapecó, neste ano já foram registrados 23 novos casos de pessoas que contraíram o vírus do HIV.

Para atender à população vulnerável, Chapecó conta com o Serviço de Atendimento Especializado – SAE/HDIA, que abrange outros 36 municípios vizinhos pactuados. O serviço tem como público atendido usuários/pacientes soropositivos (que tem o vírus do HIV) e seus parceiros que não possuem o vírus, gestantes soropositivas, crianças expostas ao vírus (durante a gestação de mãe soropositiva), vítimas de violência sexual, profissionais que tiveram contato com material biológico (exposição ocupacional) e usuários/pacientes que necessitam de profilaxia pós-exposição sexual – PEP.

Em 33 anos de funcionamento, o SAE/HDIA já atendeu 1.846 casos de pacientes diagnosticados com HIV/AIDS e possui atualmente 991 casos em acompanhamento.

Em sua estrutura, dispõe de 16 profissionais nas áreas de medicina (infectologista e clínico geral), enfermagem (enfermeiros e auxiliares de enfermagem), farmácia, nutrição, psicologia e assistência social. São desenvolvidos atendimentos individuais, trabalhos em grupo, além de atender solicitações de empresas/instituições no que se refere a doenças sexualmente transmissíveis, com enfoque na prevenção da transmissão do vírus HIV.

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